Segunda-feira, reinicia a semana e reinicia também a inglória busca pelo meu sonho de uma publicação todo dia, como o meu blog favorito, o finado Blog de Heráldica do mestre Carrión Rangel.
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| Armas de José Juan Carrión Rangel |
Enquanto não chego nesse nível, sigo postando sempre que e o máximo que posso. Hoje, tenho um arquivo completamente novo, que encontrei na página da Biblioteca Imperial. Uma série de páginas digitalizadas que não foi disponibilizada como edição digital, e eu transformei em PDF. É possivelmente uma das últimas Cartas de Brasão do Império, e estava no Acervo Imperial, e não com o seu armigerado, então eu não tenho muita certeza se ela chegou a ser aprovada. A Carta de Brasão da Baronesa de Sertório, que data de 5 de fevereiro de 1889.
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| Clique para acessar e baixar a Carta de Brasão |
O Barão do Sertório, João Sertório, recebeu o título de Barão com Grandeza em 11 de Julho de 1888, mas acabou morrendo nos meses seguintes. Não tenho uma data precisa, e nem os Barões Vasconcelos no seu Archivo Nobiliarchico Brasileiro parecem ter esta informação. O que se sabe é que sua viúva, Ida de Azeredo Coutinho Tiberghien Sertório, enviou uma Carta de Brasão para ser aprovada pelo Imperador. O brasão quase fica em segundo plano, diante deste achado. Sua descrição, na carta de armas, é a seguinte:
Escudo em campo de ouro uma barra de azul acompanhada de sete estrellas de prata entre dous emblemas de sua côr natural sendo um da Justiça, representada por uma moça de olhos atados, sustentando uma balança na mão esquerda e uma espada na mão direita com a ponta descançando sobre o chão; outro emblema representado por dous livros de verde sobreposto um no outro sustentando um tinteiro acompanhado de duas pennas, significando este emblema - o homem de letra - Corôa e Paquife das cores e metaes do escudo.


























